Oração do Professor
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,Dai-me esta graça que vem do amor.Mas, antes do ensinar, Senhor,Dai-me o dom de aprender.Aprender a ensinarAprender o amor de ensinar.Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre, como o amor. De aprender sempre.Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilheQue o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.Que meus conhecimentos não produzam orgulho,Mas cresçam e se abasteçam da humildade.Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,Mas animem as faces de quem procura a luz.Que a minha voz nunca assuste,Mas seja a pregação da esperança.Que eu aprenda que quem não me entendePrecisa ainda mais de mim,E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,Para que eu possa trazer o novo, a esperança,E não ser um perpetuador das desilusões.Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprenderDeixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.
Antonio Pedro Schlindwein
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
NOSSA SENHORA APARECIDA, A PADROEIRA DO BRASIL.

O rio Paraíba, que nasce em São Paulo e deságua no litoral fluminense, era limpo e piscoso em 1717, quando os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves resgataram a imagem de Nossa Senhora Aparecida de suas águas. Encarregados de garantir o almoço do conde de Assumar, então governador da província de São Paulo, que visitava a Vila de Guaratinguetá, eles subiam o rio e lançavam as redes sem muito sucesso próximo ao porto de Itaguaçu, até que recolheram o corpo da imagem. Na segunda tentativa, trouxeram a cabeça e, a partir desse momento, os peixes pareciam brotar ao redor do barco.
Durante 15 anos, Pedroso ficou com a imagem em sua casa, onde recebia várias pessoas para rezas e novenas. Mais tarde, a família construiu um oratório para a imagem, até que em 1735, o vigário de Guaratinguetá erigiu uma capela no alto do Morro dos Coqueiros.Como o número de fiéis fosse cada vez maior, teve início em 1834 a construção da chamada Basílica Velha. O ano de 1928 marcou a passagem do povoado nascido ao redor do Morro dos Coqueiros a município e, um ano depois, o papa Pio XI proclamava a santa como Rainha do Brasil e sua padroeira oficial.
A necessidade de um local maior para os romeiros era inevitável e em 1955 teve início a construção da Basílica Nova, que em tamanho só perde para a de São Pedro, no Vaticano. O arquiteto Benedito Calixto idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40m e a cúpula com 70m de altura, capaz de abrigar 45 mil pessoas. Os 272 mil metros quadrados de estacionamento comportam 4 mil ônibus e 6 mil carros. Tudo isso para atender cerca de 7 milhões de romeiros por ano.
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
São Cosme e Damião
São Cosme e São Damião, os santos gêmeos, morreram em cerca de 300 d.C. Sua festa era celebrada em 27 de setembro, mas foi mudada para 26 de setembro pois, segundo o calendário católico, o dia 27 de setembro é o dia de São Vicente de Paulo.Há relatos que atestam serem originários da Arábia, de uma família nobre de pais cristãos, no século III. Seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio.
Estudaram medicina na Síria e depois foram praticá-la em Egéia. Diziam "Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo e pelo seu poder".
Exerciam a medicina na Síria, em Egéia e na Ásia Menor, sem receber qualquer pagamento. Por isso, eram chamados de anargiros, ou seja, inimigos do dinheiro.
Cosme e Damião foram martirizados na Síria, porém é desconhecida a forma exata como morreram. Perseguidos por Diocleciano, foram trucidados e muitos fiéis transportaram seus corpos para Roma.
Foram sepultados no maior templo dedicado a eles, feito pelo Papa Félix IV (526-30), na Basílica no Fórum de Roma com as iniciais SS - Cosme e Damião.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
A CACHOEIRA HISTÓRICA
Cachoeira, BA: conjunto arquitetônico e paisagístico (Cachoeira, BA)
Descrição:Situada à margem esquerda do rio Paraguassú, Cachoeira forma com São Félix, no outro lado, um só organismo urbano, distante cerca de 100 km de Salvador. O primeiro assentamento surge no século XVII sobre uma pequena colina, em torno da casa e capela de um engenho, logo se expandindo pelas margens do rio, onde já estavam a casa de purgar e alambique. A fundação do convento Carmelita em meados dos seiscentos, consolida a ocupação em direção a Sergipe. Em 1693, o povoado é elevado à vila, denominada N. Sra. do Rosário do Porto de Cachoeira. O açúcar foi um dos alicerces de sua economia até o século passado, sendo deste período as construções mais relevantes do seu acervo arquitetônico. O período áureo de seu desenvolvimento urbano coincide com o apogeu econômico, entre a segunda metade do século XVIII e a primeira do XIX, quando se estruturam os serviços urbanos e, devido a escassez de áreas planas, se conquistam terrenos de encosta e aterra-se a margem do rio. Cachoeira é uma cidade de tipologia simples, monuclear, desenvolvida segundo uma matriz linear paralela ao rio, com trama de ruas irregulares, que se acomodam à topografia local, situando-se nos pontos mais elevados, largos e praças, os edifícios religiosos e civis de maior destaque. O conjunto arquitetônico, formado na sua maioria por edifícios do século XVIII e XIX, caracteriza-se pela unidade tipológica e figurativa, devido em larga escala à tendência neoclássica que, no século passado, construiu novos prédios e reformou os antigos. As formas de apropriação do sítio transformaram a cidade num bem de relevantes qualidades paisagísticas.
Endereço: - Cachoeira - BA
Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico
Inscrição:049
Data:21-9-1971
Nº Processo:0843-T-71
Observações:A cidade de Cachoeira foi erigida em Monumento Nacional pelo Decreto Lei nº 68.045, de 13/01/1971.
Descrição:Situada à margem esquerda do rio Paraguassú, Cachoeira forma com São Félix, no outro lado, um só organismo urbano, distante cerca de 100 km de Salvador. O primeiro assentamento surge no século XVII sobre uma pequena colina, em torno da casa e capela de um engenho, logo se expandindo pelas margens do rio, onde já estavam a casa de purgar e alambique. A fundação do convento Carmelita em meados dos seiscentos, consolida a ocupação em direção a Sergipe. Em 1693, o povoado é elevado à vila, denominada N. Sra. do Rosário do Porto de Cachoeira. O açúcar foi um dos alicerces de sua economia até o século passado, sendo deste período as construções mais relevantes do seu acervo arquitetônico. O período áureo de seu desenvolvimento urbano coincide com o apogeu econômico, entre a segunda metade do século XVIII e a primeira do XIX, quando se estruturam os serviços urbanos e, devido a escassez de áreas planas, se conquistam terrenos de encosta e aterra-se a margem do rio. Cachoeira é uma cidade de tipologia simples, monuclear, desenvolvida segundo uma matriz linear paralela ao rio, com trama de ruas irregulares, que se acomodam à topografia local, situando-se nos pontos mais elevados, largos e praças, os edifícios religiosos e civis de maior destaque. O conjunto arquitetônico, formado na sua maioria por edifícios do século XVIII e XIX, caracteriza-se pela unidade tipológica e figurativa, devido em larga escala à tendência neoclássica que, no século passado, construiu novos prédios e reformou os antigos. As formas de apropriação do sítio transformaram a cidade num bem de relevantes qualidades paisagísticas.
Endereço: - Cachoeira - BA
Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico
Inscrição:049
Data:21-9-1971
Nº Processo:0843-T-71
Observações:A cidade de Cachoeira foi erigida em Monumento Nacional pelo Decreto Lei nº 68.045, de 13/01/1971.

Cachoeira/BA: Conjunto arquitetônico em Cachoeira, na Bahia, recebe obras de recuperação
Yara Aquino. Agência Brasil
agosto/2006
O Conjunto do Carmo, que fica em Cachoeira (BA), passou por obras de restauração com recursos do programa Monumenta. O Conjunto, que é do século 18, é formado pelo Convento do Carmo, a Ordem Primeira do Carmo e a Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Os prédios restaurados foram entregues à população do recôncavo baiano pelo ministro da Cultura, Gilberto Gil, e o presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Luiz Fernando de Almeida.
Yara Aquino. Agência Brasil
agosto/2006
O Conjunto do Carmo, que fica em Cachoeira (BA), passou por obras de restauração com recursos do programa Monumenta. O Conjunto, que é do século 18, é formado pelo Convento do Carmo, a Ordem Primeira do Carmo e a Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Os prédios restaurados foram entregues à população do recôncavo baiano pelo ministro da Cultura, Gilberto Gil, e o presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Luiz Fernando de Almeida.
A Independência da Bahia foi um movimento que iniciou-se ainda em 1821 e teve seu desfecho ao 2 de julho de 1823, motivado pelo sentimento federalista emancipador de seu povo, e que terminou pela inserção na formação da unidade nacional brasileira, durante a Guerra da independência do Brasil.
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